Na visão indígena, as ações coletivas dão mais sentido à vida e as suas manifestações no cotidiano. Nesta perspectiva, considero que a Literatura Indígena (clássica e contemporânea) sugere também um modo de repensar a utopia entre as possibilidades de sonhar um mundo melhor. Com este espírito, aproveito a oportunidade para registrar meu afeto e agradecimentos ao Clube de leitura: Mulheres lendo mulheres; que agendou para às 15h do dia 24 de Abril/2021 a leitura do meu livro “Contrapontos da literatura indígena contemporânea no Brasil“. A transmissão da leitura acontecerá pelo canal YouTube do Mulherio das Letras Zila Mamede (@mulheriozila). Em tempo, gostaria de ressaltar que o meu trabalho com a literatura dos povos originários tem como um dos objetivos: mostrar aos não indígenas que os nossos sábios intuem desde sempre, que a nossa palavra indígena sempre existiu; existirá sempre. Tenham todos/as uma boa leitura. Que Ñanderu/Tupã nos acolha, Graça Graúna (indígena potiguara/RN)

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