…tecendo sonhos

Viver é perigoso, como diria  Guimarães Rosa. Apesar dos tempos difíceis,   o “simples” ato de respirar pede celebrações: escrever, dialogar e sair da chamada “zona de conforto” para fortalecer os laços com a nossa Ancestralidade e não largar o sonho na busca de uma “Terra sem males”, como orientam os nossos Encantados. Dizem que os sonhos revelam muito da pessoa, da sua verdade interior e dos caminhos a trilhar. Ao tecer esta pequena apresentação, veio à lembrança algumas das minhas leituras acerca de um grande personagem da literatura universal. Ele deixou um legado mais que simbólico ao sugerir: “sonho que se sonha junto é realidade”. Nesta perspectiva, vesti-me de coragem para dar uma nova roupagem aos “blogues” que eu mantive há quase 15 anos em outra plataforma. Agora, com o mesmo espírito quixotesco de poesia e luta, estamos aqui para compartilhar a nossa vivência no campo da literatura indígena, entre outras artes e saberes tecidos de resistência/resiliência. Esta é a ideia: um Tecido de vozes, como  sugere o título do nosso site. Nesse ritmo, espero que sintam-se bem neste espaço de reflexão e diálogo. A ancestralidade nos une!

Graça Graúna*

(*) Indígena potiguara (RN), Escritora, Professora da UPE, coordena o Grupo de Estudos Comparados: literatura e interculturalismo (GRUPEC), junto ao CNPq.

Sou filha de Tupã, sou Potiguara

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