23º Encontro Brasileiro de Haicai

 Imagem extraída do Google


23º Encontro Brasileiro de Haicai
5 de novembro de 2011, Colégio Santo Agostinho
Praça Santo Agostinho, 79
São Paulo, SP
Informações: encontro@kakinet.com
Hora
Atividade
7h30
Recepção às caravanas de alunos e professores
8 às 9h00
Café da manhã
9h30 às 11h30
Atividades de livre escolha:
Origami: Profa. Irene Tanabe e Sandra Sakamoto
Contação de histórias: profa. Irene Tanabe
Contação de histórias indígenas: profa. Graça Graúna
Pintura de mandalas: coordenação membros do Grêmio Ipê
11h45 às 12h45
Almoço
13 às 13h55
Inscrição pra o Grande Desafio
14h00
Abertura
14h30
Grande Desafio – Tradicional concurso, promovido desde 1986, onde os participantes são desafiados a escrever um haicai em 20 minutos, a partir de um tema proposto na hora. Os vencedores serão conhecidos ao fim do evento.
15h30
Palestra
Haicai, poesia das estações
Edson Kenji Iura
Cada haicai descreve um momento único no tempo. A referência às estações é o instrumento usado para transformar essa simples descrição em poesia, permitindo que poeta e leitor conectem-se ao grande tecido do universo. O palestrante explicará como isso é possível.
16h00
Palestra
O haikai no nordeste e suas peculiaridades
Gustavo Felicíssimo
Os poetas nordestinos construíram haikais adequados às suas necessidades: com título ou não, com rima ou sem, metrificados ou em verso livre, com kigo ou não, fazendo refletir a realidade do sertão, a cultura local, a sua natureza, seu clima, as estações do ano que, invariavelmente, se dividem apenas entre chuvosa e seca.
16h30
Premiação dos vencedores do 10o Concurso Brasileiro de Haicai Infanto-juvenil
16h45
Premiação dos vencedores do Grande Desafio
17h00
Encerramento

Inoperância do governo permite o genocídio do último povo indígena isolado no Maranhão

Foto: Fiona Watson/Survival
Fonte: Conselho Indigenista Missionário e Adital
A equipe do Cimi de apoio aos povos indígenas isolados reuniu-se em Porto Velho/RO nos dias 26 a 28/10/2011 para fazer uma atualização de dados e a partir deles analisar o contexto em que se encontram estes povos na Amazônia.
Chamamos atenção para o risco de morte dos indígenas Awá-Guajá isolados, no Maranhão pela ação de madeireiros que deixam um rasto de destruição na ultimas florestas da região localizadas no interior das terras indígenas. Os madeireiros, respaldados por influentes forças políticas, constituíram um verdadeiro poder paralelo afrontando o Estado de Direito e ameaçando a todos que se contrapõem as suas práticas ilegais. Desdenham das forças de segurança que se revelam incapazes de combater os crimes e de por fim a invasão das terras indígenas.
Os Awá-Guajá perambulam em 05 terras indígenas demarcadas, continuamente invadidas e depredadas por madeireiros, que abrem estradas no seu interior, expondo esses grupos a massacres, a contaminação por doenças e afetando diretamente os recursos naturais que garantem a sua sobrevivência.
Essa situação persiste e vem se agravando apesar das reiteradas denúncias encaminhadas pelos povos indígenas do Maranhão e das cobranças do Ministério Público Federal a Funai, Ibama e Polícia Federal que tem como atribuição garantir a proteção dos povos indígenas.
Assusta-nos a inoperância e a omissão do poder publico diante do extermínio anunciado dos Awá Guajá isolados e a sua indiferença em relação ao Poder paralelo instalado pelos madeireiros na região.
Diante dessa realidade de ameaça a vida e de flagrante desrespeito aos direitos dos povos indígenas e dos crimes ambientais no Maranhão rogamos por uma mobilização imediata do governo federal para por fim a exploração ilegal de madeira nas terras indígenas e a impunidade na região.
Porto Velho, 28 de outubro de 2011.

Equipe do Cimi de apoio aos povos indígenas isolados.

Direitos humanos em movimento: relato de experiência, memória e formação

Este é o tema da minha apresentação no Congresso Científico Metodista.
O Congresso Metodista de Iniciação e Produção Científica – em sua 14ª edição – tem como objetivo divulgar a produção científica desenvolvida na Universidade Metodista de São Paulo e em outras instituições de pesquisa e ensino superior do Brasil e do exterior. Comunicações orais, mesas multidisciplinares, conferências e seminários temáticos terão como foco principal a promoção do intercâmbio entre pesquisadores de diferentes áreas do conhecimento.

Título do trabalho:
Direitos humanos em movimento: relato de experiência, memória e formação
Autoria: Graça Graúna
Data: 25/10/2011
Horário: 15h50 às 17h20
Campus: Vergueiro, sala 108
Coordenador de Sessão: Marilia Claret Geraes Duran

Aguardamos a sua presença.

Mais informações:
Setor de Eventos Institucionais
Gerência de Comunicação e Marketing / DICOM
Universidade Metodista de São Paulo
Tel. 55 11 4366-5577