Escritos indígenas: uma antologia

Foto da capa: tela de Uziel Guaynê.
O mercado editorial brasileiro traz ao público mais uma obra de autoria indígena. Trata-se da antologia Escritos indígenas, publicada no formato e-book, pela Editora Cintra, São Paulo, em 2013.
Da antologia participam dez escritores: Aldair Marauáh, Giselda Jerá, Graça Graúna, Guaynê Maraguá, Jaime Diakara,  Lia Minápoty, Nilson Karaí, Olívio Jekupê, Roní Wasiry Guará, Tiago Hakiy,  e Yaguarê Yamã. Desse grupo, alguns premiados (…) “outros mais recentes, mas todos de inegável qualidade literária, por isso todos reunidos nesta antologia que esperamos que encante os leitores das cidades no conhecimento dessa parte do universo até aqui tão pouco difundida, nos relatos, nos saberes ancestrais tão atuais, no ser universal”, afirma a editora Leda Cintra (2013). Ela enfatiza que  reunidos nessa  antologia estão  alguns dos mais representativos escritores indígenas contemporâneos do Brasil”.
Para saber mais, acesse:
Telefone:  (11) 3731 7575,

SBPC Indígena em Porto Seguro

   
68ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC
UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL DA BAHIA
Porto Seguro, 2 a 9 de julho de 2016
 
Com o tema “Intelectuais indígenas: escritores cineastas e ativismo intelectual“, a 68ª Reunião Anual da SPPC traz uma Mesa-redonda compartilhada por Ailton Krenak: escritor, jornalista (Povo Krenak/MG); Eliane Potiguara: professora, escritora (Povo Potiguara/RJ) e Graça Graúna: educadora, escritora (Povo Potiguara/RN).
A 68ª SBPC é um convite para o público refletir, discutir aspectos relevantes relacionados à terra, identidade, memoria; ao movimento indígena, à  arte, educação, produção intelectual e direitos humanos, entre outras questões do universo indígena. Nesta perspectiva, venha participar da roda de conversa. Local: Auditório Corumbaú;  no dia 04 (segunda feira), entre as 15h30 e 18h00, com:
  “A literatura indígena é a manifestação do Cosmo através da ancestralidade.” (Eliane Potiguara)
                             “Patuá, Dendê, Caranaí, Bacaba, Açaí…tudo palmeira, num mundo sem beira” (Ailton Krenak)
“Ao escrever, dou conta da ancestralidade; 
do caminho de volta, do meu lugar no mundo.” (Graça Graúna)