Literatura indígena em Simpósio Internacional na UFJF

 Programação

 

3ª. Feira – 24/05/2011

10h – Conferência de Abertura
14h às 17h – Comunicações de alunos de Programas de Pós-Graduação
17h – Coffee-break e lançamentos de livros
18h – 1ª mesa redonda – Literatura Indígena
Mediadora: Prof.ª Dr.ª Teresinha Vânia Zimbrão da Silva
Prof.ª Dr.ª Maria das Graça Graúna (UPE)

Prof.ª Dr.ª Maria Inês de Almeida (UFMG)
Prof. Dr. Charles Bicalho (UFMG)

20h – 2ª mesa redonda – Delírios da linguagem, políticas da vida: diálogos com Deleuze e Guattari
Mediadora – Prof.ª Dr.ª Terezinha Maria Scher Pereira
Prof. Dr. Alberto Pucheu Neto (UFRJ)
Prof.ª Dr.ª Ana Paula Kiffer (PUC-Rio)
Prof. Dr. André Monteiro Guimarães Dias Pires (UFJF)

  
4ª. Feira – 25/05/2011

8h – 3ª mesa redonda – Literatura e resistência: dos marginais de 70 aos atuais
Mediador: Prof. Dr. Alexandre Graça Faria
Prof.ª Dr.ª Érica Peçanha do Nascimento (USP)
Prof. Dr. Allan Santos da Rosa (USP)
Prof. Dr. Alexandre Graça Faria (UFJF)
10h – 4ª mesa redonda – Literatura e ditadura: três vozes exemplares
Mediadora: Prof.ª Dr.ª Prisca Rita Agustoni de Almeida Pereira
Prof.ª Dr.ª Patricia Peterle Figueiredo Santurbano (UFSC)
Prof.ª Dr.ª Rosvitha Friesen Blume (UFSC)
Prof. Dr. Edimilson de Almeida Pereira (UFJF)
14h às 17h – Comunicações de alunos de Programas de Pós-Graduação
17h – Coffee-break e lançamentos de livros.
18h – 5ª mesa redonda – Escritas de si e política
Mediadora: Prof.ª Dr.ª Jovita Maria Gerheim Noronha
Prof.ª Dr.ª Maria Alice Rezende de Carvalho (PUC Rio)
Prof.ª Dr.ª Maria Margarida Martins Salomão (UFJF)
Prof.ª Dr.ª Jovita Maria Gerheim Noronha (UFJF)
20h – 6ª mesa redonda – Poesia e política
Mediador: Prof. Dr. Fernando Fábio Fiorese Furtado
Prof. Dr. Carlos Felipe Moisés (USP)
Prof. Dr. Alckmar Luiz dos Santos (UFSC)
Prof. Dr. Wilberth Claython Ferreira Salgueiro (UFES)

  
5ª. Feira – 26/05/2011

8h às 12h – Comunicações de alunos de Programas de Pós-Graduação
15h às 17h – 7ª mesa redonda – Literatura e Política
Mediadora: Prof.ª Dr.ª Enilce do Carmo Rocha Albergaria
Prof.ª Dr.ª Rita Chaves (USP)
Prof. Dr. Benjamin Abdala Júnior (USP)
Prof.ª Dr.ª Barbara Inês Simões Daibert (UFJF)
18h – Conferência de Encerramento –  Prof.ª Dr.ª Tereza Cristina Cerdeira da Silva, da UFRJ

Funai não libera índia para ir à ONU fazer críticas a Belo Monte

Azelene Kaingang – foto extraída do Google
A Funai impediu o afastamento de uma socióloga indígena que iria a um encontro da ONU, no qual criticaria a usina hidrelétrica de Belo Monte, a ser construída no rio Xingu (PA). Azelene Kaingáng, filha de indígenas e funcionária da Funai em Chapecó (SC), falaria, nos dias 17 e 19 deste mês, no 10o Fórum Permanente da ONU sobre Questões Indígenas, em Nova York (Estados Unidos). Azelene foi a todas as edições, com as despesas pagas por ONGs. Em todas as outras vezes, a Funai permitiu seu afastamento da função para a viagem. Desta vez, não. Se viajasse sem permissão, ela poderia sofrer processo administrativo e acabar demitida. Em memorando, a Funai afirmou que mandará outros dois funcionários ao fórum, e que não é do “interesse da administração pública a participação de outros servidores” – FSP, 14/5, Mercado, p.B10.
Fonte: Instituto Socioambiental (ISA)

Índios serão atendidos por pajés em hospital do Rio Grande do Sul

Imagem extraída do Google

Os índios mbyá-guarani de São Miguel das Missões serão atendidos pelos médicos e também pelos pajés da tribo no Hospital São Miguel Arcanjo, principal casa de saúde do município do noroeste do Rio Grande do Sul.
O acordo entre a comunidade, representada pelo cacique Ariel Ortega, e o diretor da Associação Hospitalar São Miguel Arcanjo, Inácio Müller, foi assinado no fim de abril, a pedido do Ministério Público Federal.
Segundo a crença guarani, a medicina tradicional do homem branco não é suficiente para tratar todos os males, porque é mais voltada para o corpo do que para o espírito. O hospital destinou uma sala com banheiro privativo e espaço para três leitos, na qual é permitido o uso de cachimbo e eventuais manifestações sonoras do ritual, ao contrário do restante das dependências, onde se proíbe o fumo e se recomenda silêncio.  
Fonte:   Elder Ogliari | Agência Estado –  sex, 13 de mai de 201