13º Encontro de Escritores/as indígenas/2016

A FNLIJ e o 13º Encontro de Escritores e Artistas Indígenas
Palestras, debates e encontros com escritores  sobre o universo da Literatura Infantil e Juvenil são aspectos chaves na programação dos Seminários da FNLJ.
O 18º Seminário FNLIJ Bartolomeu Campos de Queirós será realizado nos dias 13, 14 e 15 de junho. Entre os temas abordados, constam: a Literatura Infantil e Juvenil na Espanha, Avaliação e Encerramento do Concurso Escola de Leitores, debates sobre o Plano Municipal do Livro, Leitura e Biblioteca e muito mais. As inscrições estarão abertas a partir do dia 9 de maio. Nesse período, acontecerá a 13ª edição do Encontro de escritores e artistas indígenas.
                                                                PROGRAMAÇÃO
Dia 13 de junho de 2016
Livros e Leitura para Crianças e Jovens na Espanha
9h – Abertura
9h30 – Um Panorama da Literatura Infantil e Juvenil na Espanha
Teresa Corchete Sánchez – Especialista em LIJ / María Jesús Esther Gil Iglesias – Representante da OEPLI – Seção Espanhola do IBBY / Mediação: Isis Valéria Gomes – Presidente do Conselho Diretor da FNLIJ
10h30 – Políticas Públicas do Livro e da Leitura na Espanha
Mónica Fernández Muñoz– Subdiretora Geral de Promoção do Livro, da Leitura e das Letras Espanholas do Ministério de Educação, Cultura e Esporte / Sara Moreno Varcárcel – Presidenta do Conselho Geral do Livro Infantil e Juvenil / Participação de Volnei Canônica ­– Diretoria do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca do Ministério da Cultura (DLLLB/MinC) / Mediação: FNLIJ
11h30 – Os Escritores de LIJ do País de D. Quixote
Gemma Lienas /  Maite Carranza / Ledicia Costas / Alfredo Gómez Cerdá / Participação de Ana Maria Machado / Mediação: FNLIJ
13h – Almoço
14h30 – Os Ilustradores de LIJ do País de D. Quixote
Xan López Domínguez / Javier Zabala │ Maite Gurrutxaga / Participação de Marina Colasanti/ Mediação: FNLIJ
15h30 – A Leitura de Imagens e a Formação do Leitor
Teresa Colomer Martínez – Criadora e Coordenadora do Primeiro Curso de Pós-Graduação na Área de Bibliotecas Escolares da Espanha – Universidade Autônoma de Barcelona (UAB) /Mediação: Elizabeth Serra – Secretária-Geral da FNLIJ
16h30 – Encerramento
17h – Sessão de Autógrafos no Hall
Dia 14 de junho de 2016
Avaliação do Concurso Escola de Leitores – Instituto C&A
9h – Abertura
Simone Monteiro de Araujo – Gerente de Mídia-Educação e Coordenadora do Programa Rio, uma cidade de Leitores/ Isis Valéria Gomes – Presidente do Conselho Diretor da FNLIJ/  Patrícia Lacerda – Gerente da Área Educação, Arte e Cultura – Instituto C&A
9h30 – Programa Escola de Leitores – Instituto C&A
Patrícia Lacerda/ Cintia Filpo – Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e de Ação Comunitária (IDECA)
10h – A Escola de Leitores na Cidade do Rio
Simone Monteiro de Araujo – Gerente de Mídia-Educação e Coordenadora do Programa Rio, uma cidade de Leitores/ Elizabeth Serra – Secretária-Geral da FNLIJ
10h45 – O 3º Concurso Escola de Leitores no Rio
Ana Paula Cardoso Soares – Representante de Escola Vencedora (E.M. Conde de Agrolongo)/ Solange Simões Alves – Representante de Escola Vencedora (E.M. Conde de Agrolongo) / Mediação: Marisa Borba – Conselho Diretor da FNLIJ
11h30 – O Intercâmbio com a Colômbia
Silvia Castrillón – Bibliotecária e Especialista em Leitura e Literatura Infantil e Juvenil; Mediação: Elizabeth Serra – Secretária-Geral da FNLIJ
12h30 – Almoço
            Políticas Públicas do Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas
14h – Conversas sobre Políticas Públicas do Livro e Leitura: Olhares Daqui e de Lá
Secretaria Municipal de Educação RJ – Simone Monteiro de Araujo – Gerente de Mídia-Educação e Coordenadora do Programa Rio, uma cidade de Leitores/ Secretaria Municipal de Cultura RJ – Gisele Lopes – Gerente do Livro e Leitura/ Secretaria Estadual de Cultura RJ – Vera Schroeder – Superintendente do Livro e Leitura/ Silvia Castrillón – Bibliotecária e Especialista em Leitura e LIJ
15h30 – Políticas Públicas de Leitura e Biblioteca à Luz do Inaf (Indicador de Alfabetismo Funcional) 2015   – Organizado pelo GIFE (Grupo de Institutos, Fundações e Empresas)
– O GIFE e as Redes Temáticas  Ana Carolina – Gerente de Relacionamento e Articulação do GIFE
– Rede Leitura e Escrita de Qualidade para Todos e Mediação – Christine Fontelles – Consultora de Educação do Instituto Ecofuturo e Integrante da Coordenação da Rede
– Apresentação dos Dados do Inaf – Roberto Catelli – Ação Educativa
– Letramento na Educação Infantil, Formação do Leitor e Biblioteca – Nilma Lacerda –Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense
– Letramento de Jovens e Adultos, Formação Leitora e Biblioteca – Roberto Catelli – Ação Educativa
Dia 15 de junho de 2016
 Prêmios da FNLIJ – Roteiro para Formação de Leitores
9h – Abertura
Isis Valéria Gomes  – Presidente do Conselho Diretor da FNLIJ

9h30 – Prêmios da FNLIJ como Roteiro para Cursos

Elizabeth Serra – Secretária-Geral da FNLIJ
11h – Um Encontro com Lygia Bojunga
 Mediação: Ninfa Parreiras – Autora, Tradutora e Especialista em LIJ

12h – Lygia Bojunga Autografa seus Livros
13º Encontro de Escritores e Artistas Indígenas
Literatura Indígena como Utopia
As histórias sustentam a fé e dão cor para alma do povo. Estas vozes ancestrais ganham voz e força por intermédio dos contadores, que retransmitem o sentido e função da existência do mundo e dos seres que habitam a terra e o universo. É neste caminho que os autores indígenas recontam estas histórias por meio da literatura infantil e juvenil.
14h – Abertura
Daniel Munduruku – Instituto UK’a
Elizabeth Serra – Secretária-Geral da FNLIJ
14h30 – Há Espaço para a Utopia na Literatura Indígena para Crianças e Jovens Contemporâneos?
Cristino Wapichana – Palavra de Escritor, Artista e Produtor Eliane Potiguara / Palavra da Militante e Escritora / Vera Kauss – Palavra da Acadêmica e Leitora / Ninfa Parreiras – Palavra da Especialista e Pesquisadora / Mediação: Daniel Munduruku
15h45 – Entrega do Prêmio Concursos Curumim e Tamoios
16h – Conversa com o Público

16h30 – Encerramento e Lançamento Coletivo 

Planeta Terra: nossa casa comum (CF- CNBB, 2016)

 

 
 
 
Cristina Fontenele (Repórter – Adital)

 
 
Lançada oficialmente nesta Quarta-Feira de Cinzas, 10 de fevereiro, no auditório Dom Helder Câmara, na sede da CNBB [Conferência Nacional dos Bispos do Brasil], em Brasília, a IV Campanha da Fraternidade Ecumênica (CFE) 2016 traz como tema a “Casa Comum, nossa responsabilidade”. A Campanha está em sintonia com os discursos do Papa Francisco sobre a responsabilidade conjunta pela Casa Comum e utiliza o ecumenismo para unir forças em prol do direito ao saneamento básico e de políticas públicas que garantam o futuro do Planeta.
Realizada pela CNBB e pelo Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), a cada cinco anos, a Campanha ocorre de forma ecumênica, agregando diferentes expressões religiosas. A primeira CFE foi organizada no ano 2000 e teve como tema “Dignidade humana e paz”. Em 2005, a segunda edição tratou de “Solidariedade e paz”; e, em 2010, o tema versou sobre “Economia e vida”.
Durante a entrevista coletiva para o lançamento da Campanha, Dom Flavio Irala, presidente do Conic, destacou que a iniciativa pretende mobilizar igrejas, sociedade e governo em torno da urgência do saneamento básico como um direito humano fundamental. Segundo ele, a Campanha, que vem sendo elaborada há pelo menos dois anos, enfrentou alguns desafios, como, por exemplo, uma atual conjuntura religiosa que nem sempre está aberta às questões ecumênicas. “No entanto, o Espírito Santo sopra quando e onde quer e ele soprou para que essa Campanha acontecesse”.
Em carta, lida na coletiva de imprensa, o Papa Francisco expressou sua adesão à Campanha. “Eu me uno a todos os cristãos do Brasil e aos que, na Alemanha, se envolvem nessa Campanha da Fraternidade Ecumênica, pedindo a Deus – ensinai-nos a descobrir o valor de cada coisa, a contemplar com encanto, a reconhecer que estamos profundamente unidos com todas as criaturas no nosso caminho com vossa luz infinita”.
O Sumo Pontífice destacou ainda a importância do acesso à água potável como questão de sobrevivência. “Na encíclica Laudato Si’, recordei que o acesso à água potável e segura é um direito humano essencial, fundamental e universal porque determina a sobrevivência das pessoas e, portanto, é condição para exercício dos outros direitos humanos; e que a grave dívida social para com os pobres parcialmente é saudada quando se desenvolvem programas para prover de água limpa e saneamento as populações mais pobres”.
Números
Dados divulgados pela Campanha mostram que:
• O Brasil é considerado campeão mundial em desperdício de água;
• As empresas de abastecimento de água apresentam índices de perda de água tratada de até 60% (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE);
• 82% da população brasileira não têm acesso à água tratada (Sistema Nacional de Informações sobre o Saneamento Básico – 2013);
• Mais de 100 milhões de pessoas não têm acesso à coleta de esgoto;
• 39% dos esgotos são tratados;
• Diariamente, são despejados na natureza o equivalente a 5 mil piscinas olímpicas de esgoto sem tratamento;
• 10,6% dos domicílios não são contemplados pelo serviço público de coleta de resíduos sólidos (PNAD/2013);
• O Brasil está entre os 20 países do mundo nos quais as pessoas têm menos acesso aos banheiros;
• Entre as principais consequências por falta de saneamento e água potável estão doenças como cólera, hepatite, febre tifóide, infecções intestinais. No mundo, uma criança morre a cada 2,5 minutos por não ter acesso à água potável.
• Em 2013, ocorreram 340 mil internações por infecções gastrointestinais (DATASUS);
• O Brasil gera aproximadamente 150 mil toneladas diárias de resíduos sólidos;
• Cada pessoa gera, em média, 1 quilo de resíduos sólidos diariamente;
• São Paulo gera entre 12 mil a 14 mil toneladas diárias de resíduos sólidos.
Assista do vídeo do Conic apresentando a IV Campanha da Fraternidade Ecumênica 2016.

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