Nas asas da Graúna

Ilustração: José Carlos Lollo

Uma história que conta o passado, o presente e o futuro das gentes.

Uma historia que nos mostra o principio, o meio e o fim.

Nos traz a essência do que somos e o cuidado que temos que ter ao afundar nossos pés no solo sagrado que nos acolhe.

É preciso pisar macio para não desonrar o sagrado que há em cada um, trazido de onde mora a nossa ancestral memória.

Ser fiel exige coragem, desprendimento e afeto.

Ser fiel nos permite estar atentos somente àquilo que é legítimo e verdadeiro para não cairmos nas armadilhas e nos desviarmos do caminho. É saber silenciar o coração, a mente e viver com alegria o presente que mora em nós.

É isso que Graúna nos faz: ela nos coloca em suas asas e nos lembra que somos fios na grande teia da vida.

(Apresentação: Daniel Munduruku)

Ficha técnica

Editora Manole – São Paulo
ISBN – 9788520430576
Encadernação – brochura
Formato – 23 x 23
Ano – 2009
R$ 20,70

Nota: texto publicado no Overmundo

Recomende este livro: "Criaturas de Ñanderu"

Ilustração: José Carlos Lollo
O livro Criaturas de Ñanderu é um emocionante conto indígena escrito por Graça Graúna no qual uma garota com nome de pássaro, ao tornar-se adulta, ganha asas e sai de sua tribo para conhecer a cidade grande.
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“Graça Graúna, educadora e descendente da etnia Potiguara, apresenta o livro “Criaturas de Ñanderu”, que conta a história de uma bela índia que teve seu nome trocado pelo de um pássaro. O livro é uma publicação da Editora Amarylis, selo editorial da editora Manole.” (http://www.meupalco.com.br/, em 6 de outubro de 2009)
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Criaturas de Ñanderu
Editora Amarylis – um selo editorial da Manole / São Paulo

Sinopse:
Criaturas de Ñanderu, livro de Graça Grauna conta com sensibilidade e poesia uma história dos ancestrais, ouvida à noite pelas crianças da aldeia. Trata-se da história da mais bela cunhã, que teve o nome trocado por seu pai para um nome de pássaro. Um nome que se confundia com o nome de uma ávore. À noite, um velho sábio apareceu e disse a bela cunhã que ela deveria seguir esse seu destino, para proteger a ciência doseu povo, a sua aldeia, mas que deveria evitar se encantar com as belas mentiras das grandes cidades. Quando estava com seu povo, se podia perceber que os ombros dela se recobriam de uma vasta plumagem negra mas, quando saia da aldeia essa plumagem se transformava em belos cabelos negros para não atrair a atenção das outras pessoas. Assim seguia a cunhã sempre maior em graça e sabedoria, mas às vezes ela se deixava encantar pelas belas mentiras das cidades; então seu canto aparecia engaiolado…Para fugir dessa prisão, ela pensava nos grandes rios e florestas. Dizem que mesmo nos dias mais claros se vê alguns pássaros negros voando no céu azul e que quando, no frio , se vê alguma gaiola vazia, é porque um pássaro voltou para a liberdade.

Ano: 2009
Brochura32 páginas
23x23cm,
ISBN 978-85-204-3057-6