Esse tal meio ambiente

 Imagem Google

Juntemos nossas vozes e demo-nos as mãos!

Recebi do querido blogueiro Almirante Águia este convite irrecusável. Repasso a todos a fim de que possamos refletir a respeito da nossa passagem nesse planeta, pobre rico planeta Terra.
Participem do Blog Action Day; um evento anual que une os bloggers do mundo na abordagem de um mesmo assunto no mesmo dia com o objetivo de difundir a discussão em volta de uma questão de importância global.

Um dia…
Um tema…
Milhares de vozes…

O Blog Action Day 2009 tem como tema as Alterações Climáticas. Estas modificações afetam-nos a todos, ameaçam mais do que muitas vezes podemos imaginar, ou seja:
Mais fome
Mais inundações
Mais guerras
E milhões de refugiados

Considerando a urgência deste assunto e as negociações internacionais sobre o clima que se esperam em Dezembro próximo em Copenhagen, a blogosfera tem a oportunidade única de mobilizar milhões de pessoas exprimindo as suas expectativas na obtenção de uma solução sustentável para a crise climática.
Como participar? Ésimples:
Cadastre-se no site da ação, use o banner (de preferência) e poste algo sobre mudanças climáticas no dia 15.
Temos que utilizar essas mídias alternativas, como os blogs, que estão aí para serem usadas… para divulgar nossos objetivos e desejos pessoais, todos pensando em mudar o nosso futuro, quem sabe para melhor! É válido ou não darmos uma chance a nós mesmsos, ao mundo?
Todo blogueiro têm sua própria linha temática do blog (ou não), mas acho que para esta questão é válido um desvio no roteiro.
Vamos contribuir e, postar algo no dia 15/10/09
Para registrar o blog: http://blogactionday.org/en/blogs/new
VAMOS FAZER UMA AÇÃO DIFERENCIADA
Cada blogueiro que aderir ao movimento fazendo uma publicação, envie o link da postagem para este blog, (pode ser um conto, crônica, poesia, foto, pintura, música, o que a criatividade mandar), para que todos os participantes e leitores possam desfrutar dos trabalhos de cada participante. Vamos formar uma grande lista de apoiadores a esta grandiosa causa, com uma bela participação de cada um.
Almirante Águia
MAIS INFORMAÇÕES
http://www.blogactionday.org/
Esse Tal Meio Ambiente

Campanha pelos Guarani Kaiowá


Cerca de 130 Guarani Kaiowá indígenas do sudoeste do Brasil estão em risco iminente de despejo de suas terras ancestrais. Eles têm pouca opção além de viver à beira de uma estrada, sem acesso à água ou terra para plantarem.Trinta e cinco famílias Guarani Kaiowá, incluindo cerca de 60 crianças devem ser expulsos da terra Laranjeira Ñanderu no Mato Grosso do Sul. A terra está em processo de identificação – o primeiro passo no caminho para o reconhecimento legal dos direitos indígenas sobre suas terras ancestrais. A identificação deveria ter ocorrido em 2008, mas tem sido repetidamente suspensa pelos tribunais a partir de ações judiciais dos fazendeiros locais.

A comunidade Guarani Kaiowa reocupou uma pequena parte de suas terras ancestrais no final de 2007, após o Ministério da Justiça, Ministério Público Federal e a Funai assinarem um acordo para identificar 36 terras indígenas, incluindo a Laranjeira Ñanderu. Desde então, o proprietário do terreno tenta expulsar o grupo antes que a terra seja identificada – uma etapa que consolidaria a demanda dos indígenas. Os Guarani Kaiowá praticamente não têm opções de abrigo para onde ir, no caso de serem expulsos. Resta como alternativa criar um acampamento improvisado à margem da rodovia BR 163, que corta suas terras ancestrais. Eles devem ir para uma faixa de cinco metros de sujeira, encravada entre fazendas vigiadas por guardas de segurança e uma estrada com intenso tráfego de veículos carregados de mercadorias – um ambiente perigoso, sem acesso à água, nem a terra para plantarem.

Quando comunidade enfrentou o despejo pela primeira vez em dezembro de 2008, o líder comunitário Farid Mariano disse ao Ministério Público Federal: “Se tivermos que sair, não temos para onde ir – só se for para a beira da estrada … eles podem nos expulsar, mas índios vão morrer: as pessoas correm mais, crianças doentes, do suicídio. “Outro membro da comunidade, Dona Nirda, acrescentou:” Se nós fomos para a beira da estrada … não há água lá … e haverá bebês pequenos e idosos. Não podemos deixar este lugar – as crianças estão matriculadas na escola local. Não há lugar para irmos. ”

POR FAVOR Escrever imediatamente em Português ou na sua própria língua:
* Clamando às autoridades federais para que seja impedido o despejo do Povo Indígena Guarani Kaiowá da comunidade Laranjeira ñanderu e para que seja garantida a segurança dos indígenas em sua terra;
* Instando as autoridades a priorizar a identificação da terra Ñanderu Laranjeira no processo de identificação da terra, que começou em 2007;
* Instando as autoridades a cumprir suas obrigações a partir da Convenção da Organização Internacional do Trabalho n169; da Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas e da Constituição brasileira, concluindo todas as demarcações de terras ainda pendentes.

POR FAVOR, ENVIE APELOS até 15 de Outubro de 2009 para:

Ministro Federal da Justiça
Exmo. Sr. Tarso Genro
Esplanada dos Ministérios,
Bloco “T”
70712-902 – Brasília / DF Brasil
Fax: + 55 61 3322 6817
+ 55 61 3224 3398
Saudação: Exmo. Sr. MinistroSecretaria Especial de Direitos Humanos
Exmo. Secretário Especial
Sr. Paulo de Tarso Vannuchi
Esplanada dos Ministérios – Bloco “T” – 4 º andar,
70064-900 – Brasília / DF BRASIL
Fax: + 55 61 3226 7980
Saudação: Exmo. Sr. Secretário

E uma cópia:
Conselho Indigenista Missionário (CIMI)
Cimi Regional Mato Grosso do Sul
Av. Prof. Afonso Pena,
1557 Sala 208 Bl.B
79002-070 Campo Grande / MS BRASIL

Também envie cópias aos representantes diplomáticos do Brasil a trabalho no seu país. Por favor, verifique com seu escritório local, se deve-se enviar o apelo após a data acima.

Ação Urgente
Comunidade Indígena ameaçada de despejo
Informações Adicionais

Localizam-se no Mato Grosso do Sul algumas dos menores, mais pobres e mais densamente povoadas áreas indígenas no Brasil: bolsões de pobreza rural – rodeadas por grandes produtores de soja e cana-de-açúcar e fazendas de gado – onde a vida é atormentada por problemas de saúde e condições miseráveis. Cerca de 60.000 pessoas Guarani-Kaiowá indígenas enfrentam uma condições precárias de sobrevivência – a desagregação social tem levado a altos níveis de violência, suicídio e desnutrição. Frustrados com a lentidão do processo de demarcação de terras, os Guarani-Kaiowá começaram a reocupar as terras ancestrais, mas têm sido submetidos à intimidação e expulsões violentas.Em novembro de 2007, o Ministério da Justiça, o Ministério Público Federal, Funai e 23 lideranças indígenas, assinaram um acordo (Termo de Ajustamento de Conduta, TAC) por meio do qual a Funai se comprometeu a identificar 36 terras indígenas do povo Guarani-Kaiowá – incluindo Laranjeira terra Ñaderu — até abril de 2010. O acordo foi veemente criticado pelo governo do estado e por setores agrícolas. Após a assinatura do TAC, o governador André Puccinelli ameaçou não honrar o acordo e o vice-governador, Jerson Domingos, inflamou a situação, afirmando que o processo levaria, inevitavelmente a um “banho de sangue “, com conflitos entre a polícia, os índios e os proprietários de terras. Interesses agrícolas locais se opuseram ao processo, exagerando na mídia a quantidade de terras que poderiam ser identificadas como indígenas, e continuamente, tentando bloquear judicialmente o processo de identificação. Existem atualmente mais de 80 recursos a serem apreciados no Tribunal Regional Federal, envolvendo terras indígenas no Mato Grosso do Sul.

Desde a reocupação de suas terras ancestrais, a comunidade Ñanderu Laranjeira tem sobrevivido, em grande parte, com cestas básicas fornecidas pela Funai. A terra em disputa, que é cercada por plantações de cana e milho, é constantemente vigiado por guardas particulares contratados por fazendeiros e eles foram proibidos de plantar sua própria comida. Ilda Barbosa de Almeida, uma das mulheres indígenas na aldeia, informou ao Cimi (organização católica que trabalha com os povos indígenas), que duas crianças morreram na comunidade, pois os seguranças particulares barraram o acesso de profissionais de saúde do governo federal. A comunidade também sofreu três suicídios durante este tempo.

A ordem original de despejo contra a comunidade Laranjeira Ñanderu foi suspensa enquanto se aguardava um relatório FUNAI sobre a legitimidade das reivindicações indígenas. No entanto, a oposição do proprietário da fazenda e a pressão dos setores agrícolas têm impedido a FUNAI de realizar o trabalho necessário. Em julho de 2009, a organização dosagricultures, Farmasul, recorreu para o Tribunal Regional Federal e conseguiu suspender todos os estudos antropológicos de terras indígenas, incluindo as terras Ñanderu Laranjeira. Embora esse recurso tenha sido derrubado em agosto, a comunidade Laranjeira Ñanderu ainda enfrenta a ameaça do despejo.

Por causa da falta de solução paras as demarcações de terras ainda pendentes, vários outros Guarani-Kaiowá vivem às margens de rodovias. Eles são expostos a ameaças de seguranças contratados para impedi-los de tentar reocupar terras e aos problemas de saúde relacionados a ao fato de viverem em barracas e à falta de assistência médica. Além disso, um grande número foram mortos e feridos em acidentes de trânsito.

Tanto a Declaração da ONU sobre os Direitos dos Povos Indígenas, que o Brasil assinou em 2007, quanto a Convenção da Organização Internacional do
Trabalho n.169, da qual o Brasil é signatário, consagram o direito dos povos indígenas às suas terras ancestrais e apelam aos Estados para estabelecer mecanismos que garantam a efetivação e o reconhecimento desses direitos. A Constituição Brasileira (1988) também afirma os direitos dos povos indígenas brasileiros em relação a suas terras e à responsabilidade da União em demarcá-las.

Caxiri Literário

PROGRAMAÇÃO – FLIMT06 de Outubro – Terça-Feira
MANHÃ
9h – Cerimônia de Abertura

Apresentação indígena do grupo Nação Nativa
Lançamento do Concurso de Literatura Indígena
Lançamento da Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas
Lançamento da Academia dos Saberes IndígenasCom as presenças de Ailton Krenak, Alvaro Tukano, Marcos Terena, Estevão Taukane, Joaquim Crixi Munduruku, Daniel Munduruku.Abertura do Seminário de Bibliotecas Públicas de Mato GrossoTARDE
14h
PINTURA CORPORAL Elias Maraguá e Xohã Karajá
14h – SEMINÁRIO DE BIBLIOTECAS PÚBLICASMesa: Salime D. Marques, José Geraldo Riva, Dênio Peixoto Ribeiro, Nádia Ferreira Montenegro
14h30 / 17h – CAXIRI LITERÁRIO
Tema: Literatura Indígena: o tênue fio entre escrita e oralidade

Mediador:Daniel Munduruku; Expositores: Graça Graúna, Manoel Moura Tucano Eliane PotiguaraYaguarê Yamã
17h – LANÇAMENTOS – Cartões postais Nambikwara O Banquete dos Deuses – Daniel Munduruku Antologia de textos indígenas
19h – Sarau teatral – Grupo Nação Nativa07 de Outubro – Quarta-Feira
MANHÃ
09h – CAFÉ LITERÁRIO
Tema: A literatura e a Ilustração infanto-juvenil na sala de aula: caminhos possíveis.Mediadora: Yasmin Nadaf
Expositores:Jô Oliveira – IlustradorMaurício Negro – Escritor e IlustradorHeloisa Prieto – EscritoraSeveriá Idioriê – Professora Indígena Anna Claudia Ramos – Escritora e Presidente da AEI-LIJ.
09h – RODA DE HISTÓRIAS INDÍGENAS Ely Macuxi e Eliane Potiguara
11h – PINTURA CORPORAL – Cleomar Umutina e Rony Wasiry

TARDE
14h – PINTURA CORPORAL – Jones Munduruku e Luciano Umutina
14h30 – PERFORMANCE ARTÍSTICA – Mauricio Negro e Luciana Kaingang
15h00 – RODA DE CONVERSA – Heloisa Prieto e Anna Claudia Ramos
15h30 – RODA DE HISTÓRIAS INDÍGENAS – Yaguarê Yamã e Cleomar Umutina
17h – LANÇAMENTO – Estranhas Desventuras – Heloisa Prieto – Companhia das Letrinhas Criaturas de Ñanderu – Graça Graúna – Editora Amarylis – um selo editorial da editora Manole
19h – Sarau Poético com Carlos Tiago Saterê e Graça Graúna e Grupo Nação Nativa

08 de Outubro – Quinta-Feira
MANHÃ
9h – CAXIRI LITERÁRIO
Tema: Movimento Indígena e Educação
O movimento indígena como um importante instrumento na formação da consciência brasileira
Expositores: Ailton KrenakEstevão TaukaneÁlvaro Tukano
09h – RODAS DE HISTÓRIAS INDÍGENAS Olivio Jekupé Guarani
09h – OFICINAA arte Gráfica dos Povos originários – Cleomar Umutina , Luciana Kaingang e Xohã Karajá
10h – LANÇAMENTO SEDUCUNEMAT
10h30 – PERFORMANCE ARTISTICA Jô Oliveira e Yaguarê Yamã
11h30minRODA DE CONVERSAOlivio Jekupé e Álvaro Tukano

TARDE
14h -PINTURA CORPORAL – Elias Maraguá e Rennê Nambikwara
14h30 -TOQUE DA FLAUTA NAMBIKWARA
15h – CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS – Luciano Umutina e Luciel Boroponepá
17h -LANÇAMENTOA Onça e o Fogo – Cristino Wapichana
19h – Sarau musical com Marcelo Munduruku e Cristino Wapichana

09 de Outubro – Sexta-Feira
MANHÃ
09h – CAFÉ LITERÁRIO

Palestra com Áurea Cavalcante.Tema: As Línguas Indígenas em Mato Grosso: situações de contato e diversidade
09hPINTURA CORPORAL – Marcelo Munduruku e Umutinas
10h – Lançamento UNEMAT
TARDE
14h – PINTURA CORPORALUmutinas
14h30 – OFICINA – A arte Gráfica dos Povos originários – Xohã Karajá, Elias Maraguá e Luciana Kaingang
14h30 – CAXIRI LITERÁRIOTema: A temática indígena na Sala de Aula
Mediador: Jucélio Paresi
Expositores:Edson Kayapó (doutorando em educação) Darlene Taukane (mestre em educação) Chiquinha Paresi, Marcos Terena
17h – LANÇAMENTO – A Palavra do Grande Chefe – Daniel Munduruku e Mauricio Negro – Global Editora
19h – Sarau musical – Márcio Bororo10 de Outubro – Sábado
9h- PINTURA CORPORAL – Umutinas
9h30 – CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS – Olívio Jekupé e Luciana Kaingang
10h -LANÇAMENTOOs Índios Xarayés – P. Pitaluga ; Os Índios Cuyabás – P. Pitaluga; O Fervo da Terra – D. Goldemberg
14h – PINTURA CORPORAL – Umutinas
14h30 – CAFÉ LITERÁRIO
Público: autores regionais; Tema: Caminhos para a literatura em Mato Grosso;
Mediador: Yasmin Nadaf17h – LANÇAMENTO – As pegadas do Curupyra – Yaguarê Yamã
19h – FESTIVAL DE ENCERRAMENTO – Danças indígenas (Umutina, Xavante, Bororo, Nambikwara). Encerrando com a música do Cristino e do Márcio Bororo.