Publicado em 7 de abril de 201527 de janeiro de 2022 por graça graúna Um convite para quem acredita que a palavra indígena sempre existiu
Publicado em 5 de abril de 201526 de janeiro de 2022 por graça graúna Tear da palavra Na urdidura do tempo o ser a poesia: água que eu bebo chão que eu me deito ar que respiro. Poesia de pedra e sal de peixe e terra de vinho e pão entrecho trama. De fio a pavio a urdidura a vida. Graça Graúna. Tear da palavra. Belo Horizonte: Coleção M.E 18, 2007, p. 13.
Publicado em 14 de março de 201527 de janeiro de 2022 por graça graúna Uma visita Imagem extraída do Google Súbita visão: um beija-flor no terraço do quinto andar. Nordeste do Brasil, 14.maio.2015 Graça Graúna (indígena potiguara/RN)