Livro-vídeo celebra 25 anos de Vídeo nas Aldeias

Depoimentos, fotos e filmes traçam retrato do projeto que aproximou o vídeo de mais de 100 aldeias indígenas brasileiras. O lançamento, dia 12 de dezembro, em São Paulo, tem exibição do novo filme do Vídeo nas Aldeias e debate com realizadores indígenas –

Serviço
Vídeo nas Aldeias – 25 anos
256 páginas, 10 filmes, R$ 100,00 (preço promocional no lançamento) e R$ 167,00
Lançamento: 12 de dezembro, às 19h30hs, no Itaú Cultural (Av. Paulista, 149), com exibição de Bicicletas de Nhanderú e conversa com realizadores indígenas.
Informações e imagens
Teté Martinho
11 99010375

Antologia de mulheres indígenas de America Latina

          Comentário de Eliane Potiguara a respeito dessa Antologia:
        “Foi lançada uma antologia de mulheres indígenas no Equador, neste evento que estive.
A antologia é lindísssima e se chama  “COLLAR DE HISTORIAS Y LUNA”, sairam textos meus e de Graça Graúna. Eu havia indicado outras indígenas também, mas só saiu da Graça. É uma antologia de poesias de Mujeres Indígenas de Améerica Latina. Estou muito orgulhosa por isso, também fiz um discurso de 8 páginas e breve enviarei para vocês, acompanhado com uma apresentação em power point com 17 slides.
          Depois vou scanear a capa da coletânea e enviar também”. (Eliane Potiguara/Rede Grumin de Mulheres ndígenas)

Carta aberta ao Ministro da Justiça em defesa dos Guarani Kaiowá

Pela apuração rigorosa das violências contra os Guarani Kaiowá de Guaiviry
Imagem: Socioambiental

Fonte: Institito Sociambiental

Carta aberta ao Ministro da Justiça
          Queremos apuração rigorosa das violências praticadas contra os Guarani Kaiowá do acampamento Guaiviry, e fim do genocídio no Mato Grosso do Sul
          Na última sexta-feira, dia 18 de novembro, os povos indígenas e todos aqueles que apoiam suas lutas tiveram que amargar mais um assassinato, o do líder guarani kaiowá Nísio Gomes. Ele foi vítima de um ataque de pistoleiros ao acampamento guarani conhecido como Tekohá Guaiviry, no município de Aral Moreira (MS). Foi alvejado e levado pelos agressores, junto com outros dois Kaiowá – que seguem desaparecidos.
          Trata-se de mais um ato do corrente genocídio dos Guarani. Em 14 de novembro, uma carta assinada no 1º Encontro de Acampamentos Indígenas do MS já denunciava que o Tekohá Guaiviry estava cercado por jagunços a serviço de fazendeiros da região. Os Kaiowá explicam sua difícil situação: “Em Mato Grosso do Sul existem cerca de 31 acampamentos de indígenas situados na margens de rodovias e em pequenas áreas retomadas pelo nosso povo. Em todos esses lugares estamos acampados porque tomaram nossas terras e porque a situação de violência e miséria nas poucas reservas já existentes está insuportável”.
          Este caso faz parte de uma série de violências que vêm sendo praticadas contra os Guarani no Mato Grosso do Sul, cujos responsáveis diretos e mandantes seguem impunes. Segundo dados do Relatório de Violência contra os Povos Indígenas em Mato Grosso do Sul, produzido pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi), entre 2003 e 2010 ocorreram 253 assassinatos de indígenas naquele estado.
          Nós, abaixo assinados, solicitamos que o Ministério da Justiça apure os fatos relatados e puna com rigor os responsáveis por estes crimes, que nos envergonham a todos e ponha fim à esta situação inaceitável.
São Paulo, 21 de novembro de 2011