Interpretações do Natal

Crédito da imagem: Jairo Luna
INTERPRETAÇÕES DO NATAL
                            Jairo Luna*
Pois seja na versão de Saramago,
Ou na versão vetada de Godard,
Veja a de Zeffirelli, o mago
Clássico ou de Jewison Superstar…
Pensemos na de Bruggemann: afago
Nas Quatorze Estações sem pecar
De Maria…A Paixão de Gibson; o vago
E singelo Delannoy…Hora de orar!…
L’annunciazione bela de Da Vinci,
Adoração dos Pastores de Goes,
De Ghirlandaio, Caravaggio, ou Lynch…
Enfim, o que vale a todos nós,
No Natal é a esperança-olho-de-lince…
A soar um canto em voz de mil sóis!
(*) Jairo Luna: poeta, professor adjunto nos cursos de Letras (Licenciatura e Metrado) da UPE.
Nota: agradeço ao poeta Jairo ter permitido a postagem do seu poema neste Blog.  Em tempo, desejo a todos que a esperança e luz do  Natal se propagem no Ano Novo.
Abraços mil,
Graça Graúna (indígena potiguara/RN)

SBPC Indígena em Porto Seguro

   
68ª REUNIÃO ANUAL DA SBPC
UNIVERSIDADE FEDERAL DO SUL DA BAHIA
Porto Seguro, 2 a 9 de julho de 2016
 
Com o tema “Intelectuais indígenas: escritores cineastas e ativismo intelectual“, a 68ª Reunião Anual da SPPC traz uma Mesa-redonda compartilhada por Ailton Krenak: escritor, jornalista (Povo Krenak/MG); Eliane Potiguara: professora, escritora (Povo Potiguara/RJ) e Graça Graúna: educadora, escritora (Povo Potiguara/RN).
A 68ª SBPC é um convite para o público refletir, discutir aspectos relevantes relacionados à terra, identidade, memoria; ao movimento indígena, à  arte, educação, produção intelectual e direitos humanos, entre outras questões do universo indígena. Nesta perspectiva, venha participar da roda de conversa. Local: Auditório Corumbaú;  no dia 04 (segunda feira), entre as 15h30 e 18h00, com:
  “A literatura indígena é a manifestação do Cosmo através da ancestralidade.” (Eliane Potiguara)
                             “Patuá, Dendê, Caranaí, Bacaba, Açaí…tudo palmeira, num mundo sem beira” (Ailton Krenak)
“Ao escrever, dou conta da ancestralidade; 
do caminho de volta, do meu lugar no mundo.” (Graça Graúna)