Tantas histórias…
cânticos, versos
da mãe preta
do caboclo velho.
Ao pé do flamboyant
e da jurema
um tear de lembranças
que entrou por uma porta
e saiu por outra.
Contei a minha história.
Quem quiser que conte outra.
Graça Grauna. Tear da palavra. Belo Horizonte: M.E. Edições Alternativas, 2007, p.10.
Nota: poema publicado no Overmundo.


