Flamboyant, Galeria de Sucra88

Tantas histórias…
cânticos, versos
da mãe preta
do caboclo velho.

Ao pé do flamboyant
e da jurema
um tear de lembranças
que entrou por uma porta
e saiu por outra.

Contei a minha história.
Quem quiser que conte outra.

Graça Grauna. Tear da palavra. Belo Horizonte: M.E. Edições Alternativas, 2007, p.10.

Nota: poema publicado no Overmundo.

8 comentários sobre “Tear de sonhos

  1. Lindo demais, Graça, lindo demais!E infinitamente sugestivoUm tear de lembranças, os fios que nele deixam as lembranças, muitas lembranças, muitas…Uma história infindável, um Brasil inteiro.Assim quer Ñanderu.Um grande abraço, inesquecível Graça que, nos cabelos, tem os encantos da graúna (riso).

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  2. CD – Criatura Divina: acho que nunca falei a arespeito do teu codnome (Compulsão Diáraia) que eu acho um dez; o máximo, porque expressa a inquietação que em geral nós sofremos e/ou gozamos no tocante `a escrita. Então minha querida irmã das letras, grata por nos dar a oportunidade de comnhecer também o seu mundo que você tece com tanta criticidade, poesia e bravura. Bjos de luz, Grauninha

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  3. Roberto, poetamigo: ainda bem que existe esse cantinho onde eu posso te abraçar ainda que virtualmente e apreender em cada poema seu o sentido do existir. Apesar da tristeza estampada na poesia (Sucumbência), acredito na existencia de um futuro melhor. Grata pela visita ao ameu humilde blog. Paz em Ñanderu, Grauninha

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