Foto: dominio público
nossos passos ecoam
em meio ao frêmito de asas
a poesia vem e vai
se alastrando
como quer a natureza:
gruta
sol-ponteiro
cabelos ao vento
o arrepio de corpos
em meio a passarada

(Graça Graúna, Nordeste do Brasil, 2 de julho de 2008)

Nota: no site Overmundo, este poema recebeu 151 votos.

Um comentário sobre “Horas-cheias

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