La ASOCIACIÓN CIVIL ABUELAS DE LA PAZ es una organización independiente, no partidaria y sin fines de lucro, que tiene por misión reunir el apoyo de la mayor cantidad de personas e instituciones en todo el mundo, para que las ABUELAS de PLAZA de MAYO sean reconocidas internacionalmente por su gran trayectoria trabajando por la paz, la justicia y los derechos humanos.
Para mayor información visite: www.abuelasdelapaz.com.ar

2 comentários sobre “Memória, justiça e verdade

  1. Querida Graça, parabéns pelo blog pelos livros. Procuro acompanhar seu trabalho e divulgar também nas escolas.Gostaria de pedir sua ajuda, se for possível, para tentar esclarecer quem eram os povos que habitavam a região do agreste pernambucano no século XVIII. Há muita divergência e pouca informação. Estou desenvolvendo um projeto na escola em que trabalho sobre este assunto. Ficaremos todos muito agradecidos se puder nos ajudar.Abraços fraternos,Sunamita Oliveira – educadora e indigenista por opção

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  2. Estimada Sulanita:muito grata pela visita que faz ao meu blog. O que poso dizer a cerca dos meus parentes indígenas? Infelizmente, com a invasão européia perdemos muito; a começar pelo nosso direito de ser e de viver. No Nordeste era grande a presença do povo tupi. Há um registro de um Cacique Tupinambá, no século XVII. Ele diz que viu o “peró” (o português) chegar em Pernambuco. Depois chegaram os franceses. Eles começaram a dominar, primeiramente, as mulheres e desse modo escravizaram muitos indígenas capturados nas guerras. Esse Cacique fala da tirania e da crueldade com que foram tratados nossos indígenas. O depoimento desse líder Tupinambá você pode ver no livro “Sociedade em construção”, dos autores: J. A. Tiradentes e Denise Rampazzo da Silva, Editora Direção Cultural, São Paulo, 2008. Os livros didáticos não trazem informações precisas, mas no agreste de Pernambuco vivem os indígenas: Fulniôô (Águas Belas), Xukuruu (Pesqueira) e Kapinawáá (Buique). Quantos aos povos indígenas do sertão constam: os Kambiwáá (Ibimirim), os Pankararuu (Tacaratu), os Atikumm (Floresta) e os Trukáá (Cabrobó). Só em Pernambuco temos 11 povos indígenas, mas as escolas em geral não tem informação a respeito.Você sabe que a presença indígena no Nordeste data de mais 10 mil anos. As pinturas rupestres são um exemplo dessa presença e podem ser encontradas em várias áreas do sertão e do agreste pernambucano, no Vale do Catimbauu no Município (em Buíque) e no agreste.Segundo o IBGE a FUNAI e o Isa, há cerca de 15 mil índios no estado, vivendo em reservas indígenas no agreste e sertão.Espero ter ajudado na sua pesquisa. Paz em ÑanderuGraça Graúna

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