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Tiago Nhandewa: contos de memórias e aventuras

Quando é chegada a Festa de Jesus Menino, as famílias, em geral, preparam seus presépios; decoram suas casas com árvores de Natal e estrelinhas; vão aos shoppings, trocam presentes e fazem a ceia. Esta descrição parece mesmo um desses comerciais com letras douradas e sinos reluzentes que passam na TV… mas, se prestarmos atenção: uma minoria procura festejar, com simplicidade, o verdadeiro Espírito Natalino. Outra minoria também procura oferecer o melhor de si ao olhar o outro sem preconceito. Mais um tanto de gente sensível, altruísta procura multiplicar a semente do amor; fazer o bem de forma desinteressada.

Contar histórias é também um ato amoroso; de ativar a memória, de relatar aventuras; de festejar, mesmo em tempos obscuros marcados pela Covid-19; pois a Esperança anuncia uma luz no fim do túnel.

Assim, à luz dos contos de memórias e aventuras, vivenciadas e escritas pelo parente Tiago Nhandewa; tomo a liberdade de convidar a todos/as para conhecer a história bem contada, bem ilustrada e bem escrita por um escritor Nhandewa que lhe convida a conhecer o seu livro (Quando eu caçava tatu e outros bichos); um importante livro de memórias e aventuras, “não importa a idade ou onde more sua criança interior”, como sugere a resenha (A causa de todas outras causas) escrita pelo próprio Tiago Nhandewa.

Amerindia, 23 de dezembro de 2020

Saudações indígenas,

Graça Graúna (indígena potigara/RN)

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