Na sequência de homenagem do Blog Tecido de Vozes, ao Dia Internacional da Mulher, compartilho o pensamento da parente Geni Núñez, do povo Guarani (de Santa Catarina). Na próxima semana, mais precisamente no dia 16 de março, estaremos participando do Festival de Leitura e Literatura (Feleli). Em tempo, cabe sublinhar o pensamento de Geni: criadora do perfil @genipapos e autora do livro Djatchy Djatere: o Saci Guarani.  

Quando perguntei acerca da sua visão de mulher indígena, a parente Geni destacou a sua estreita ligação com a nossa Mãe Terra, e é nesta perspectiva que desejo a todas/os vocês uma boa leitura.

Que Nhanderu nos acolha,

Graça Graúna (indígena potiguara/RN)

Geni Núñez , por ela mesma.

“Me vejo nessa questão como parte do território, da terra. Da mesma maneira que a terra foi invadida, nossos corpos também são. Invadidos pelas violências, pelos medos, angústias. Mas também como uma terra viva, a gente também passa por reflorestamento, coletivo. Junto de meu povo consigo continuar, um dia de cada vez, passo a passo, resistindo teimosamente mais um dia, ano, século”. (Geni Nuñez)

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