A aproximação com o modo de vida ocidental – que inclui sedentarismo e alimentos industrializados – ampliou entre os índios de Mato Grosso a prevalência de males como obesidade e diabetes. Há quatro anos, médicos da Unifesp avaliam as condições de saúde dos Xavante, que habitam o leste de Mato Grosso. A coleta mais recente – feita entre 15 e 24 de abril em duas áreas com quase 4 mil índios – revelou que mais da metade dos maiores de 20 anos têm diabetes ou estão prestes a desenvolver a doença. A prevalência de sobrepeso e obesidade chega a 82% entre os adultos. O problema tem maior incidência entre índios do que na população em geral por causa de gene que favorece o acúmulo de gordura no organismo. “Era uma vantagem no modo de vida tradicional. Em um contexto de sedentarismo e dieta industrializada, o efeito é trágico”, diz João Paulo Botelho Vieira Filho – FSP, 9/5, Saúde, p.C10.
Fonte: Instituto Socioambiental

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