Imagem extraída do Google
Autoria: Pedro Casaldáliga
– Sentinela, o que há da noite?
O que há da crise?
– De onde perguntas?
Perguntas desde a fome
ou desde o consumismo?
O grito dos pobres
sacode tuas perguntas?
Pastores marginais
cantam a Boa Nova
com flautas e silêncios,
contra os grandes meios,
os meios dos grandes.
Nasceu-nos um Menino,
um Deus nos foi dado.
É para nascer de novo,
desnudos como o Menino,
descalços de cobiça,
de medo e de poder,
sobre a terra vermelha.
É para nascer de novo,
abertos ao Mistério,
ungidos de esperança.

2 comentários sobre “Poema de Natal

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